É um absurdo a forma como é gerida a coisa pública brasileira. Os governos que se sucedem mostram-se cada vez mais desinteressados em reverter este quadro. São de sua responsabilidade a organização produtiva da sociedade para a geração de empreendimentos e empregos.
Como nada acontece há anos, o jeito é cada um tomar conta da sua quitanda, buscando da melhor maneira possível levar alguma vantagem sobre a tal “coisa pública” brasileira. Todo mundo quer fazer concurso, para ganhar muito e não fazer nada.
Desta forma o Brasil patina na burocracia e na ineficiência, mergulhado em uma gestão que privilegia a preguiça, o jeitinho, o lobby e o clientelismo através de negociatas internas e externas.
O funcionário público concursado não sofre qualquer tipo de ônus por sua atitude. Ele simplesmente se adapta ao ambiente de trabalho contaminado que encontra, preocupado em não perder a mamata que o alimenta.
Infelizmente este é o sonho de consumo e o caminho escolhido por grande parte da população brasileira! Quem é aprovado em concurso público é homenageado por parentes e amigos, sendo considerado um grande sortudo e motivo de inveja por seus pares menos “afortunados”.
A vida segue e o povo e o país que se danem!



